Gregório Duvivier propõe guerra contra “ditadura crente”: “Vamos infernizar a bancada evangélica”



através de seu perfil no Twitter, uma perseguição ideológica à bancada evangélica da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), em protesto contra o projeto de lei que quer criminalizar as sátiras às religiões.

O projeto, de autoria do deputado Fábio Silva (PMDB), tem como objetivo proibir manifestações públicas e culturais que ridicularizem dogmas e crenças religiosas, de acordo com informações do jornal O Dia.

A proposta cita como exemplo charges e encenações teatrais que satirizem ou submetam ao ridículo as crenças religiosas. O parlamentar, que é filho do pastor, empresário e ex-deputado Francisco Silva, intensificou o debate em torno dessa questão após o caso envolvendo o transexual Viviany Belebony, que desfilou “crucificado” na Parada Gay em São Paulo.

“A 19ª Parada do Orgulho LGBT, realizada no dia 07 de junho em São Paulo chocou o país como um todo. Não só pela passeata em si, mas pelo desrespeito e intolerância religiosa que ficou evidente na infeliz encenação da crucificação de Jesus por um transexual”, diz trecho do texto do projeto.


Duvivier, contrário à proposta do deputado Silva, propôs a seus seguidores que infernizassem os parlamentares da bancada evangélica que apoiarem a projeto.



“O Rio não pode virar uma ditadura crente […] Vamos infernizar essa bancada evangélica carioca?”, convidou Duvivier. O tweet foi republicado pelo deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ).

O incômodo de Gregório Duvivier – que é ateu – com o projeto do deputado Fábio Silva se deve ao fato de que a produtora de vídeos Porta dos Fundos, da qual ele faz parte, é uma das que mais usam temas religiosos em seus esquetes de humor, incluindo sátiras ao cristianismo.
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